quarta-feira, 23 de abril de 2014

Eram todos camisa dez de Luiz Guilherme Piva




Eram todos camisa dez  de Luiz Guilherme Piva


No de Paginas:192




Apresentação Juca Kfouri

"Piva tem uma imaginação formidável ou uma experiência como boleiro maior que a do Cafu.
Porque ou relata situações vividas e de um jeito tão vivo que nos faz lembrar das nossas, ou viaja para dentro do país do futebol que compõe o imaginário coletivo deste patropi repleto de nuanças."

JUCA KFOURI

Este livro está cheio de heróis, vilões, aventuras, mitos e lendas. Ou seja, cheio de futebol.
Mas não estou falando do futebol com camisa por dentro do short, chuteiras coloridas e estádios com cadeiras almofadadas. Não, nada de padrão Fifa. Aqui é padrão Rifa, aquele em que os jogadores têm que fazer rifas entre os amigos para comprar suas bolas.
E, no padrão Rifa, apesar de as camisas serem rasgadas, as chuteiras cobertas de lama e as arquibancadas serem as árvores na beira do campo, os jogos são muito melhores. Talvez até por causa disso.
O futebol é sonho.
Por isso, nestas páginas há centroavantes que nunca existiram, mas que você já encontrou em algum campo por aí. Há zagueiros nunca antes inventados dos quais você já ouviu falar, há o jogador que você foi se tivesse sido.
Aqui há pequenas cidades invisíveis que você já cansou de ver, mentiras que todos nós já vivemos.
Aqui você vai ler sobre jogos que nunca aconteceram mas nos quais, se você forçar a memória, vai lembrar que jogou.
Porque o futebol não acontece no campo.
Acontece aqui, ó.

JOSÉ ROBERTO TORERO


O Autor

Luiz Guilherme Piva nasceu em Ubá (MG) em 1962.

É economista e tem mestrado e doutorado em Ciência Política. Nessas áreas, publicou Ladrilhadores e semeadores: a modernização brasileira no pensamento político de Oliveira Vianna, Sérgio Buarque de Holanda, Azevedo Amaral e Nestor Duarte (1920-1940), pela Editora 34, e A miséria da economia e da política, pela Editora Manole.
Em literatura, além de produções independentes, publicou, com José Santos, Poemas para vestir, pela Editora Estação das Letras e Cores.










LANÇAMENTO


Tem post novo no Blog do Le-Heitor





Tem post novo no Blog do Le-Heitor
Heitor apresenta mais uma edição do seu clube de leitura com a Escola Municipal Luiz Gatti, de Belo Horizonte, e o livro da vez é o Meu pai é um homem-pássaro, de David Almond, escritor inglês que ganhou o prêmio Hans Christian Andersen em 2010: http://blogdoleheitor.sintaxe.com.br/

sexta-feira, 11 de abril de 2014

MENINA TAMBEM JOGA FUTEBOL de Cláudia Maria de Vasconcellos




MENINA TAMBEM JOGA FUTEBOL

de  Cláudia Maria de Vasconcellos
Edição: 1ª Edição - 2014 Número de Páginas: 96 Acabamento: BROCHURA Formato: 13,00 x 20,00 cm.





O LIVRO
Reúna os seguintes jogadores:uma menina que prefere futebol a balé, uma família fiel a um time que não ganha nunca e um vizinho fanático pelo time rival. Convoque para esse amistoso uma avó bem distraída, um cachorro bom de bola e amigos com gostos muito, mas muito diferentes. Mais do que um time, você terá os ingredientes de uma história superdivertida. Menina também joga futebol acompanha a vida de Laurinha, do nascimento ao aniversário de nove anos. Entre uma data e outra, há o tempo exato para se enfrentar um importante desafio: o que fazer quando os organizadores do Primeiro Campeonato de Futebol do Bairro Esperança proíbem a participação de menina? Este livro desafia preconceitos e concilia diferenças. Cláudia Maria de Vasconcellos, autora do premiado A fome do lobo, entra em campo dessa vez com uma deliciosa e pertinente parábola sobre o poder da amizade e da determinação.


A AUTORA

Cláudia Maria de Vasconcellos é dramaturga, atuando nos teatros adulto e infanto-juvenil desde 1994.
Nascida na capital paulista em 9 de setembro de 1966, é formada em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), da Universidade de São Paulo (USP), instituição na qual defendeu também seu mestrado em Ética e Política e seu doutorado em Teoria Literária.
Iniciou sua carreira como dramaturga em 1994, ao escrever a peça dirigida ao público infantil “Inventa-Desinventa”. Desde então escreve assiduamente para crianças e jovens, assinando textos como "As Roupas do Rei" (direção de Cristina Lozano, 2002); "Assembléia dos Bichos" (direção de Johana Albuquerque, 2005); "O Tesouro de Balacobaco" (direção de Johana Albuquerque, 2007), "Espiral do Tempo" (direção de Johana Albuquerque, 2009), e recebendo especial atenção do público e da imprensa especializada, capitaneando assim o posto de uma das precursoras da nova dramaturgia dirigida às crianças.
Em 1998, em parceria com Carlos Alberto Soffredini, estreia no teatro adulto, como dramaturgista do espetáculo “Irmãs do Tempo” que teve temporadas até o ano 2000. Além dessa peça que marcou a história teatral nos anos 1990, seus trabalhos mais importantes são “Lágrima de Vidro” e “Cata-Dores”, ambos dirigidos por Jairo Mattos em 2007.
Entre os prêmios recebidos destacam-se Grande Prêmio da Crítica pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte); Prêmio de Melhor Texto MinC (Ministério da Cultura) e Prêmio Coca-Cola Femsa de Melhor Texto.
Com outras três dramaturgas – Beatriz Gonçalves, Marici Salomão e Vera de Sá –, criou em 2006 o núcleo Dramáticas em Cena, em que estudavam, discutiam e produziam textos dramáticos.
Em 2010, participou do Summer Academy, training e montagem do espetáculo The Lady and the Lapdog, de Tchekhov, dirigido pelo russo Jurij Alshitz, na Itália.
Criou com as atrizes Neca Zarvos e Vera Bonilha a cia. Teatro do Tempo, e leciona dramaturgia na SP Escola de Teatro e na editora Terracota. 




LANÇAMENTO



quarta-feira, 9 de abril de 2014

TEATRO - UMA HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO NA CAIXA CULTURAL CURITIBA


 
UMA HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO NA CAIXA CULTURAL CURITIBA
Espetáculo de animação sobre as aventuras de uma menina em busca de seus olhos terá audiodescrição para público com deficiência visual 
A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, nos dias 12 e 13 de abril, o espetáculo de animação O Som das Cores, da Companhia Catiribum, que narra de forma fantasiosa e imaginativa as aventuras e desventuras de Lúcia, uma menina de 15 anos, que perde a visão subitamente e, pensando que seu cachorro havia fugido com seus olhos, sai à procura deles pelos subterrâneos das estações de metrô. Durante as apresentações, estarão disponíveis aparelhos de audiodescrição para compreensão do espetáculo por deficientes visuais.
O autor e diretor Lelo Silva utiliza bonecos para contar esta história de fantasia inspirada em filmes de aventura, no poema O Cego, do escritor tcheco Rainer Maria Rilke, e no livro O Som das Cores, do taiwanês Jimmy Liao.O Som das Cores confirma como a magia do Teatro de Animação pode ser transformada em uma trama envolvente”, diz o diretor. Dão vida aos objetos os atores Daniela Perucci, Leandro Marra, Patrícia Rache e Aurora Majnoni. A trilha sonora é da banda Graveola e o Lixo Polifônico.
Audiodescrição:
Para estimular pessoas com deficiência visual a assistir ao espetáculo, será utilizada uma aparelhagem de audiodescrição em todas as apresentações feitas em Curitiba. Dez aparelhos de escuta estarão ligados a uma cabine à prova de som, onde um profissional fará a descrição das informações visuais, ou seja, do que não é dito nos diálogos.

Mais informações no site da Catibrum Teatro de Bonecos:
www.catibrum.com.br


Serviço:
O Som das Cores
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Data: 12 e 13 de abril de 2014
Hora: sábado às 16h e 18h e domingo às 16h
Ingressos: R$10 e R$5 (meia - conforme legislação e correntista CAIXA
Bilheteria: (41) 2118-5111 (Os ingressos estarão à venda a partir do dia 05 de março (sábado). De terça a sábado, das 12h às 20h, e domingo das 16h às 19h. Excepcionalmente, a bilheteria abrirá no dia 13, domingo, às 15h)
Lotação: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Classificação etária: Livre para todos os públicos
 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Aventuras e descobertas na peça em cartaz no Teatro do Piá



Aventuras emocionantes, repletas de descobertas, aguardam a criançada no Teatro do Piá, que apresenta em todos os domingos do mês de abril (dias 6, 13, 20 e 27), sempre às 11h, o espetáculo “O Pequeno e o Mar”. Produzida por Michelle Porto, a peça de formas animadas tem direção de Cristine Conde, que também responde pelos cenários e figurinos, com interpretação a cargo de Dayse Santiago e Thayana Barbosa, direção musical de Ary Giordani e sonoplastia de Everton Freitag. A entrada é franca.
Na montagem “O Pequeno e o Mar” surge um personagem contador de histórias, que prepara uma tenda para ofertar seus contos. De dentro dela o público poderá acompanhar bem de perto o protagonista – um pequeno jovem do tamanho de um polegar, que resolve sair de casa e conhecer o mundo. 
Inspirada no conto “As viagens do Pequeno Polegar”, dos irmãos Grimm, a peça foi concebida especialmente para crianças de quatro anos a seis anos. Utilizando técnicas de teatro de mesa e objetos, “O Pequeno e o Mar” privilegia a proximidade da plateia com o palco, estimulando a interatividade e permitindo um envolvimento sensorial que faz com que os espectadores tenham diferentes experiências pedagógicas.
Serviço:
Peça de formas animadas “O Pequeno e o Mar”, com direção de Cristine Conde e produção de Michelle Porto.
Datas e horário: dias 6, 13, 20 e 27 de abril de 2014 (domingos), sempre às 11h.
Local: Teatro do Piá (Palacete Wolf – Praça Garibaldi, 7 – Setor Histórico).
Entrada franca.