sexta-feira, 26 de abril de 2013

A maravilhosa terra de Oz de L. Frank Baum




A maravilhosa terra de Oz    

de  L. Frank Baum
com Agata Wojakowska








    14 x 21 cm
    300 páginas
       2 x 2

O Lenhador de Lata e o Espantalho voltam para mais uma aventura na Terra de Oz. Agora acompanharão o garoto Tip e seus amigos numa incrível jornada para tentar salvar a Cidade das Esmeraldas das agulhas de tricô do Exército Rebelde, comandado pela general Jinjur.

Para isso, precisarão enfrentar a velha Mombi, desvendar o mistério por trás do sumiço da princesa Ozma e, mais importante, terão de aprender a lidar e a conviver uns com os outros.

No segundo livro da série de Oz, o leitor irá mergulhar ainda mais nessa terra mágica, se encantar com todos os seus mistérios e reencontrar personagens cativantes como Glinda, a Bondosa.

A tradução é do renomado escritor e tradutor Luiz Antonio Aguiar. As ilustrações da capa são da imaginativa e espirituosa polonesa AgataWojakowska.

Desta vez você não vai precisar de sapatinhos vermelhos mágicos ou de um ciclone para transportá-lo para Oz: é só abrir o livro para a aventura começar!






O autor e a ilustradora

L. Frank Baum nasceu em 1856, em Chittenango, nos EUA. Trabalhou grande parte de sua vida como jornalista e ator e em 1897 publicou seu primeiro livro infantil. Com o sucesso de suas primeiras obras, seguiu escrevendo, até que, em 1900 publicou o seu maior sucesso – O Mágico de Oz. Escreveu então mais treze livros sobre a terra mágica.


Agata Wojakowska nasceu na Polônia e formou-se em Design de Interiores na Academia de Belas Artes de WROCŁAW, Polônia. Viveu em Nova York durante muitos anos. Enquanto trabalhava na cidade norte-americana com design de moda e de interiores, começou a ilustrar livros infantis e logo se apaixonou pela arte. Além disso, participou de exposições como: Ariabelka, Art on Madison, em 2007, e Rainbow Room, para Alicia Mugetti, em 2003. Atualmente vive em Cracóvia, Polônia, onde desenvolve projetos de pintura, design e ilustrações. Apesar de não ser mais uma garotinha, ainda acredita em mágica e se encanta com o mundo de Oz.








quinta-feira, 11 de abril de 2013

As 13 Maldições - Michelle Harrison



As 13 Maldições -

de Michelle Harrison


As 13 maldições (Vol. 2)
Título Original:     The 13 Curses
Tradutor:     Carolina Selvatici 
Coleção:     Trilogia 13 tesouros
Páginas:     434
Formato:     16 x 23 cm
Editora:     Bertrand Brasil

  

Os 13 tesouros se tornaram 13 maldições

Com uma história repleta de fantasia e de mistério, As 13 maldições, de Michelle Harrison, chega como continuação ao sucesso do primeiro volume da série: Os 13 tesouros, vencedor do Waterstone's Children's Book Prize, uma das mais importantes premiações britânicas para livros infantojuvenis. No Reino Unido, as vendas dos títulos da autora já somam quase 300 mil exemplares. 

Tanya sempre foi uma garota diferente. Desde pequena ela consegue enxergar fadas. Não as que o leitor poderia imaginar, mas seres maus, que tentam lançar-lhe feitiços. São essas criaturas que sequestram o irmão da amiga de Tanya, Red, a qual jura trazê-lo de volta. Contudo, por estar presa em um reino mágico, ela aceita um acordo: seu irmão será devolvido, mas apenas se ela encontrar os berloques do bracelete da amiga, que foram espalhados pelo mundo humano.

As 13 Maldições é um livro diferente dos demais títulos do gênero, pois desconstrói vários dogmas criados há gerações, como a bondade das fadas. Para isso, Michelle Harrison utiliza conhecimento adquirido ao longo dos anos de estudo de clássicos, como os Contos de Grimm e As Crônicas de Nárnia, além de outros menos conhecidos.

Assim como em seu livro de estreia, Os 13 Tesouros, e primeiro título da trilogia de mesmo nome, Michelle entrelaça suspense e um conto de fadas belo e assustador, com um final surpreendente.

A CRITICA

“Uma sequência envolvente, deliciosamente sinistra e cheia de criaturas mágicas e terríveis.” (Kirkus Reviews)

“Um novo e interessante olhar sobre o mundo das fadas.” (School Library Journal)









quarta-feira, 10 de abril de 2013

Arte com alegria no Circo da Cidade “Zé Priguiça”





Neste fim de semana tem arte circense na pauta cultural do público curitibano, que conta com a apresentação do espetáculo “Zircus – Malandra”, às 15h de sábado (13), no

O show “Zircus – Malandra” reúne no elenco os artista Camila Cequinel, Carmelo Rivero, Matias Donoso e Samuel de Oliveira, além de Marina Prado, também responsável pela direção corporal, e Adrian Pagliano, que acumula a direção geral. E a população terá mais uma oportunidade de conferir a atração, às 15h do dia 27 de abril de 2013, igualmente com entrada franca.

A companhia TripCirco, selecionada por meio do Edital de Difusão em Circo do Fundo Municipal da Cultura, ainda desenvolve no Circo da Cidade, durante o mês de abril, oficinas de técnicas circenses para 80 crianças e adolescentes vindos de escolas da Rede Municipal de Ensino e da comunidade em geral. O objetivo das oficinas é o desenvolvimento pessoal dos participantes, sem o intuito de profissionalização. Integram as turmas jovens na faixa etária de 7 anos a 17 anos, que têm aulas de segunda a quarta-feira, pela manhã e à tarde.

Nas quintas e sextas-feiras, o espetáculo “Zircus – Malandra” tem sessões agendadas às 10h e às 15h, direcionadas para alunos de escolas públicas curitibanas e entidades sociais de todas as Regionais da cidade.

A forma descentralizada de atendimento do Circo da Cidade “Zé Priguiça”, uma das unidades da Fundação Cultural de Curitiba, permite que habitantes dos bairros tenham a oportunidade de conferir as atrações. Os moradores de cada Regional são levados até o local por meio de ônibus especiais, disponibilizados gratuitamente. Cada performance recebe um público aproximado de 300 pessoas.

A companhia – Fundada em 1998, a TripCirco reúne artistas que têm em comum o interesse de estudar e desenvolver técnicas circenses. A partir disso, o grupo realiza um trabalho especial, com a mistura das diversas expressões das artes, como teatro, dança e música. A inovadora forma de abordar o circo é transmitida pela TripCirco Escola Experimental, mantida pela companhia, que também realiza periodicamente o Cabaré de Variété, evento dedicado ao resgate da tradição circense.

História – O Circo da Cidade anima os bairros curitibanos há mais de 30 anos, constituindo-se em importante instrumento do município para a valorização da cultura local. Oferecendo oficinas de artes circenses e dando espaço para as manifestações artísticas das comunidades, é uma valiosa referência nos locais em que se instala e, em muitos casos, uma semente produtiva, capaz de revelar novos talentos.

Ao longo dos anos, o Circo da Cidade se adequou às políticas culturais, mas sempre manteve a disposição de atendimento à população da periferia. A revitalização do projeto Circo da Cidade tornou-se realidade em 2008, por meio de edital do Fundo Municipal da Cultura da Prefeitura de Curitiba, ganhando o nome de Circo da Cidade “Zé Priguiça”, em homenagem ao palhaço Zé Priguiça, personagem do artista curitibano Pedro Irineu dos Santos, falecido em 2001. Atualmente, o Circo da Cidade está instalado no Bairro Alto Boqueirão.



Serviço:

Circo da Cidade “Zé Priguiça”

Espetáculo “Zircus – Malandra”, a cargo da companhia TripCirco.

Local: Rua Benedicto Siqueira Branco, s/n – Alto Boqueirão (próximo ao Armazém da Família Jardim Paranaense) – telefone: (41) 3287-5307

Apresentações abertas à comunidade, nos dias 13 e 27 de abril de 2013 (sábados), às 15h.

Entrada franca.


Circo da Cidade “Zé Priguiça”. A montagem, a cargo da companhia TripCirco, tem como tema as memórias de um velho boêmio que domina a milonga – técnica de canto e dança da Argentina. As lembranças ganham vida nas acrobacias e malabarismos regados a tango, revelando o talento da companhia. A entrada é franca.