terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O Segredo de Rigoberta de Raquel M. Barthe com Leticia Asprón


    


O Segredo de Rigoberta              

    de Raquel M. Barthe

    com Leticia Asprón

    16x23cm
    96 páginas
        4x4



Vovó Rigoberta vai ao supermercado e compra uma lata de massa de tomate amassada que estava em oferta.

Em casa, quando está preparando a comida tem uma grande surpresa ao descobrir que... dentro da lata não há massa de tomate!

O que será que está no lugar da conserva? Esse é o segredo de Rigoberta! Um segredo que você vai descobrir quando começar a ler este livro!

A curiosidade vai levar você a viver situações inesperadas e divertidas. E, além disso, vai ajudar a compreender melhor as pessoas mais velhas.

   
          A AUTORA 


Raquel M. Barthe      É escritora, editora e bibliotecária, formada na Universidade de Buenos Aires, Argentina. Além de escrever, ela ministra cursos a professores e coordena oficinas de leitura e literatura infantil. Publicou mais de vinte livros para crianças, alguns dos quais foram premiados. Em 1992, recebeu a Faixa de Honra de Literatura Infantil, concedida pela Sociedade Argentina de Escritores pelo livro Audaz como un oso.



   
           A ILUSTRADORA


Leticia Asprón      Nasceu na Cidade do México em 1976. Formou-se em Restauração de Móveis na Escola Nacional de Conservação, Restauração e Museografia. Fez cursos de cerâmica, vitrais e joalheria. É artista plástica e ilustra livros para diversas editoras.


um lançamento

               

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

A maldição de Long Lankin Título Original: Long Lankin de Lindsey Barraclough


A maldição de Long Lankin

Título Original:     Long Lankin

de Lindsey Barraclough


Tradutor:     Maria de Fátima Oliva Do Coutto

Páginas:     448
Formato:     16 x 23 cm


O LIVRO

A maldição de Long Lankin marca a impressionante estreia de Lindsey Barraclough – sem dúvida, uma escritora instigante – e deixará os leitores arrepiados mesmo muito depois de virar a última página.

A narrativa dinâmica, as descrições de uma atmosfera assustadora, os personagens apavorantes e a trama sedutora deixarão o leitor fascinado e totalmente viciado em cada página. O mistério será desvendado aos poucos e dificilmente será solucionado antes da hora. A maldição de Long Lankin não é daquelas obras em que o leitor simplesmente junta as peças do quebra-cabeça, mas sim um livro em que ele terá que compreender as mensagens subliminares existentes em elementos inéditos, como a música tema, as lendas locais e os diálogos entre os personagens.

Quando Cora e sua irmãzinha, Mimi, são enviadas para a casa da tia-avó, no isolado vilarejo de Bryers Guerdon, não recebem calorosas boas-vindas e ficam desesperadas para voltar para Londres. A vida de tia Ida foi devastada da última vez que duas meninas estiveram em Guerdon Hall, e agora a chegada das sobrinhas-netas desperta um mal que permanecia à espreita havia anos.

A CRITICA

“O terror é tão implacável quanto a música folclórica em que se inspirou.” (The Observer)

“Com uma atmosfera de tensão capaz de deixar qualquer um de cabelos em pé, A maldição de Long Lankin se passa numa época em que o folclore facilmente se torna realidade. Um bom livro de terror para leitores mais sofisticados.” (Kirkus Reviews)

A AUTORA
Lindsey Barraclough nasceu em Essex. Trabalhou como professora de música e mora em Londres com o marido e os cinco filhos. A maldição de Long Lankin é seu primeiro romance.

Long Lankin de Lindsey Barraclough - Trailer




Um menino e um urso em um barco Título Original: A Boy and a Bear in a Boat de Dave Shelton




Um menino e um urso em um barco
Título Original:     A Boy and a Bear in a Boat
de Dave Shelton


Tradutor:     Caroline Chang

Páginas:     224
Formato:     14 x 21 cm





O LIVRO
Arrebatador e envolvente, o título da obra de estreia de Dave Shelton diz exatamente o que é o livro: Um menino e um urso em um barco. Mas ele é muito mais do que isso. É a história de uma amizade que nasce nas piores condições, e uma lição sobre como aproveitar as ótimas surpresas da vida quando tudo parece estar perdido.

Um livro diferente de todos os outros. Uma aventura sem pressa e intenso, repleta de descobertas. Na época do seu lançamento, a crítica britânica o comparou a Max e os felinos, de Moacyr Scliar, e a A vida Pi, de Yann Martel. Segundo ela, a excelente diferença é que no romance de Shelton o animal é quem rema e conduz a história.

É interessante notar as importantes mensagens que o autor passa ao longo de toda a viagem:

“— Oh, eu não tinha um plano — disse o urso. — Eu nunca tenho um plano. Não faz sentido ter um plano quando se é capitão de um barco. Quando se está lidando com o mar, você precisa ser capaz de se adaptar de um momento para outro. Você precisa lidar com cada situação à medida que ela surge. Não faz sentido ficar remoendo a respeito; você apenas diz: “Aqui estamos. O que fazemos agora?” (p. 141)

Com ilustrações belíssimas, Dave Shelton mostra-se um contador de histórias único. Os traços feitos com muito cuidado e as cores fortes elucidam perfeitamente as emoções dos personagens em importantes situações. Uma trama capaz de encantar crianças de oito a oitenta anos.

A CRITICA


“Um livro fantástico.” (The Guardian)

“Uma fábula à moda antiga, encantadora e com ilustrações adoráveis.” (Cambridge News)


O AUTOR
Dave Shelton nasceu e cresceu em Leicester, mas agora vive em Cambridge com Pam, Mila e um gato. Ele gosta de histórias em quadrinhos, críquete, palavras cruzadas e de conversar sobre canetas com cartunistas. Um menino e um urso em um barco é seu primeiro livro.

Dave Shelton lê um trecho do livro




terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Lançamento AS HORAS CLARAS


Novo livro de Alonso Alvarez traz personalidades da ciência em romance Infanto Juvenil
“As horas claras; uma aventura com a maior sombra de dúvida” é o novo livro de Alonso Alvarez, que será lançado pela Editora Ficções no dia 16 de março às 15h na Livraria da Vila, em São Paulo.
O livro conta o mistério de cinco meninos que vivem no mesmo prédio e descobrem no primeiro dia de aula que suas sombras desapareceram. Neste meio tempo eles conhecem e se deslumbram com Clara, a nova vizinha que também acaba caindo na mesma sala de aula. No prédio em que vivem o 11° andar não existe, mas é habitado por seres imaginários, assim como em seu livro anterior “O encanto da lua nova” que usa o mesmo cenário para trazer à cena personagens literários. Na nova trama, os inquilinos são astrônomos e cientistas como Galileu, Ptolomeu, Copérnico, Newton, Tales, entre outros.
Serviço
Lançamento do Livro:
“As horas claras; uma aventura com a maior sombra de dúvida”
Data: 16 de março de 2013 | sábado
Hora: 15h
Local: LIVRARIA DA VILA – LORENA
Endereço: Alameda Lorena, 1731 – São Paulo – SP
Outras Informações: (11) 3062-1063

Aniversário de São Paulo: "A Vida Sem Graça de Charllynho Peruca", de Gustavo Piqueira




Para comemorar os 459 anos da capital paulista, a Editora Biruta apresenta o livro “A Vida Sem Graça de Charllynho Peruca”, de Gustavo Piqueira. Charllynho, um garoto comum, acaba se metendo em várias aventuras pelo Centro Velho de São Paulo; além de viver a vida em volta de marcos históricos como o Viaduto do Chá e o Teatro Municipal.
Embarque nessa história com o pequeno entregador!
  clique para ampliar

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

60 contos diminutos de Marilia Pirillo


60 contos diminutos

de Marilia Pirillo

 

•Dimensões:
14 x 21cm

•Nº de páginas:
64

•Cores:
2×2

•Tipo de Leitor:
Leitor Crítico


Sabe aquela história de quem conta um conto aumenta um ponto? Esqueça - Marilia Pirillo pois um fim nesse dito e em rapidas tecladas conta um , conta outro, conta sessenta. Um por minuto? Sei lá, mas como pilulas, drops, gotas frenéticas que tecem duvidas, intrigam, alegram, desorientam...E quem já sabia de tudo ao fim de um conto, acabou com um outro dito, o cujo, o tal da pulga atrás da orelha. Livro dela não tem orelha? Esqueça, relaxe e leia, releia, treleia para o prazer nunca acabar. (E.C.)


O LIVRO
60 contos diminutos são minicontos para ler a qualquer hora.
Textos curtos, rápidos, de poucas linhas. Recortes da realidade, pequenas histórias do cotidiano.
Contos de muitos espaços. Espaços provocadores, deixados ali de propósito porque algumas vezes muito mais interessante que mostrar é apenas sugerir e deixar ao leitor a tarefa de “preencher” as lacunas e entender a história por trás da história.
São 60 contos para fazer pensar, questionar, concordar ou discordar. Para imaginar diferente, se identificar, dar de ombros, detestar ou adorar.

A AUTORA
Marilia Pirillo
É gaúcha de Porto Alegre, nascida em 1969. Estudou Artes e se formou em Publicidade e Propaganda pela PUC-RS. Começou a carreira trabalhando com projeto gráfico, editoração e ilustração de revistas de atividades para crianças. Em 1995 ilustrou seus primeiros livros infantis. E em 1998, criou o Laboratório de Desenhos, estúdio destinado a fornecer ilustrações para o mercado publicitário e editorial. Em 2004, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde reside atualmente. Nos últimos anos tem se dedicado exclusivamente à ilustração de livros e à criação de textos para o público infantil e infantojuvenil. Para saber mais, visite o blog da autora em www.mariliapirillo.com

um lançamento




PROGRAMAÇÃO CINE GUARANI | 11 a 17 DE JANEIRO DE 2013




De 11 a 17 de janeiro de 2013 – 16h (de terça a domingo):

LANÇAMENTO EM CURITIBA:

PEIXONAUTA – AGENTE SECRETO DA O.S.T.R.A (BR, 2012 – 95’ –
animação – colorido – digital). Direção: Celia Catunda , Kiko Mistrorigo. Música:
Paulo Tatit
Peixonauta está pronto para mais um desafio: se tornar Agente Especial da
O.S.T.R.A. — Organização Secreta Para Total Recuperação Ambiental. Mas
para isso, terá que cumprir 7 incríveis missões. Com a ajuda de seus amigos
Marina, Zico e toda a turma do Parque das Árvores Felizes, cumprir as missões
vai ser muito divertido. Com momentos inéditos do Peixe Agente Secreto,
o filme reúne algumas das melhores aventuras da série de TV. Juntos, nós
somos demais!
Classificação livre
Ingresso pago: R$5,00 (inteira) – R$2,50 (meia) – R$1,00 (aos domingos)

De 11 a 17 de janeiro de 2013 – 18h e 20h (de terça a domingo):

CANTORAS DO RÁDIO (BR, 2008 – 85’ – documentário - digital). Direção: Gil
Baroni e Marcos Avellar
O documentário resgata passagens da Era de Ouro do rádio, entre 1930
e 1950, período no qual o rádio se consolidou como o veículo de massas
no Brasil. O fio condutor do filme é o show Estão Voltando as Flores, com
direção e roteiro do pesquisador Ricardo Cravo Albin, no qual se apresentaram
quatro expoentes da época: Carmélia Alves, Carminha Mascarenhas, Violeta
Cavalcanti e Ellen de Lima.
Classificação 12 anos
Ingresso pago: R$5,00 (inteira) – R$2,50(meia) – R$1,00 (aos domingos)

Portão Cultural
Cine Guarani
Av. República Argentina, 3430 - Portão
Funcionamento: de terça a domingo, sessões às 15h30, 18h e 20h
O acesso ao Cine Guarani a partir das 19h é pela portaria do estacionamento
Fone: 3345-4051

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

O CCBB apresenta entre os dias 12 e 27 de janeiro série de shows concebidos para crianças de todas as idades.


O Centro Cultural Branco do Brasil de Brasilia sedia, entre os dias 12 e 27 de janeiro, a primeira edição do projeto Pequenos Contemporâneos, que prevê a realização de uma série de shows, com diferentes artistas e estilos, dedicados às crianças. Shows inteligentes que agradam aos pequenos pela ludicidade e sagacidade; música de qualidade que apetece também aos adultos que partilham com os pequenos suas vidas. Trabalhos que versam direta ou indiretamente sobre as relações entre o universo adulto e infantil, que fomentam trocas entre pessoas em diferentes fases da vida, fases essas que se retroalimentam, se complementam e carentes de iniciativas culturais capazes de uni-las em um mesmo ato fruitivo-afetivo. Trabalhos artísticos infantis de gente grande: infantis, mas não infantiloides.
Esta primeira edição, que será realizada no CCBB de Brasília, contará com seis shows: três deles já existentes e três concebidos especialmente para o Pequenos Contemporâneos. As atrações são: Tum Pá (Barbatuques), Pequeno Cidadão (Edgard Scandurra, Antonio Pinto e Taciana Barros) e Kleiton e Kledir e o Grupo Thorll com o show Par ou Impar. Os shows interpretados e rearranjados serão os clássicos Saltimbancos (Chico Buarque), Arca de Noé (Vinicius de Morais) e Quero Passear (Grupo Rumo). O primeiro pelo grupo Bixiga 70 e cantores convidados como Anelis Assumpção, Alzira Espindola, Mauricio Pereira e Skowa, o segundo por André Abujanra e músicos convidados como Kiko Dinucci, Melina Mulazani, Theo Werneck, metais e vocal da banda Móveis Coloniais de Acajú e o terceiro pela cantora Tulipa Ruiz
Não é novidade que estamos em um mundo onde a facilidade de produção e circulação de trabalhos musicais é tão maior que no mundo de outrora, tendo em vista as nossas novas possibilidades tecnológicas. Também sabemos que temos cada vez mais estilos musicais convivendo simultaneamente e maiores possibilidades de fruição de músicas de diferentes lugares, tendo em vista a translocalidade contemporânea do mercado musical (afinal de contas podemos conhecer novos produtores, artistas e estilos musicais de diferentes lugares a partir de nossos computadores, celulares, tablets conectados à internet, e assim diversificar nosso consumo e pluralizar nossas referências).
Frente a isso, chega a ser no mínimo estranha a constatação da dificuldade em encontrar produções musicais diversas e de qualidade voltadas para as crianças (também ou exclusivamente) e em circulação no mercado musical nacional. Adultos com vozes infantilizadas e arranjos musicais simplistas, nada audazes ou criativos, ainda integram um modus operandi de fazer música para crianças, como se estas pessoas, as crianças, subestimadas, fossem seres humanos incompletos e, portanto, fadados a ouvir uma música “menor”. E, pobres dos pais que, por vezes com poucas opções, acabam por vivenciar as experiências musicais infantiloides de seus filhos, que mais os distanciam destes que promovem situações onde pais e filhos podem compartilhar um mesmo trabalho artístico, cada um ao seu modo.
É claro que, ao longo dos tempos, várias exceções à indústria musical massiva despontaram, escapando de diferentes formas e graus de suas práticas predominantes. Alguns acabam descambando para uma ditadura do “didatismo” sobre o lúdico e o poético, como se os primeiros fossem prioridade sobre os demais e como se a brincadeira e a poesia não propiciassem formas de experienciar o mundo e, consequentemente, levassem ao aprendizado – aprendizado este que, muitas vezes, nenhum processo didático poderia substituir.
O projeto Pequenos Contemporâneos em Brasília tem por objetivo levar ao público do CCBB da cidade parte da nova produção cultural brasileira, pesquisas musicais de qualidade, de artistas brasileiros “de peso”, relacionadas ao universo infantil. Shows que podem ser apreciados tanto por adultos quanto por crianças, propiciando momentos de compartilhamentos entre estes e atendendo seus diferentes interesses. A intenção é incluir o público infantil e seus responsáveis – carentes de ações culturais que os atendam – na grade programática de um dos principais centros culturais brasileiros (o CCBB Brasília) comprometidos e preocupados com a qualidade artística dos projetos que incentivam, democratizando assim o acesso à cultura para estes pequenos cidadãos. E, em última instância, incentivar novas pesquisas e produções relacionadas aos “pequenos brasileiros”, tendo em vista a carência destes no mercado musical brasileiro.

Programação:

O projeto Pequeno Cidadão nasceu em 2009 da iniciativa de um antigo grupo de amigos da década de 1980, que se conheceram justamente através da música e que se reencontraram pelo fato de seus filhos frequentarem a mesma escola. São eles:Edgard Scandurra (ex-Ira!), Taciana Barros (ex-Gang 90) e Antônio Pinto(compositor de trilhas sonoras de filmes como Central do Brasil). O gênero do trabalho é, segundo seus próprios autores, música psicodélica para crianças. Suas letras versam sobre os primeiros problemas existenciais do ser humano. O myspace do grupo afirma: “as músicas são inspiradas nos nossos filhos, na nossa experiência como pais e também nas nossas lembranças de infância. Os temas são: sapo-boi, lagartixa, chupeta, uirapuru, futezinho na escola, leitinho... e aí vai.... Os shows estão muito divertidos!”. E são divertidos de fato: playground, malabares, fantasias e desenhos animados projetados em telões o compõe. Em Pequeno Cidadão, temas infantis são realizados através de ritmos adultos que vão do pop rock ao forró. É música popular brasileira contemporânea para os pequenos contemporâneos do mundo em que vivemos.
Kleiton & Kledir tiraram um coelho da cartola. Os irmãos K&K tinham uma carta na manga e acabam de alegrar o mercado fonográfico brasileiro com um delicioso disco feito especialmente para crianças. Depois de vários anos fazendo sucesso entre os adultos, K&K fizeram uma viagem ao país da garotada e criaram uma dezena de canções inspiradas nesse universo cheio de fantasia e imaginação. São músicas que falam de bichos, mágicos, bruxas, pirulitos estranhos, pum perfumado, brincadeiras de rua e, no meio disso tudo, surge até uma versão infantil da eterna guerra dos sexos: um desafio, onde um guri e uma guria se enfrentam em forma de versos rimados. “Par ou Ímpar” resgata um tempo em que nossos grandes autores escreviam canções para crianças. Kleiton & Kledir criaram temas como “O Mágico Estrambólico”, “Pirulito Esquisito”, “Formiga Atômica” e “Bicho Gente” que certamente irão povoar de histórias e personagens o imaginário de toda uma nova geração. Com letras inspiradas e um vocabulário rico e diversificado, o disco é uma ótima diversão para crianças de todas as idades, em especial para as que estão em fase de alfabetização. Ao mesmo tempo, deve funcionar como uma boa ferramenta para professores em sala de aula, nesse momento em que o ensino de música nas escolas passa a ser obrigatório.
Fundado em 1996, o grupo Barbatuques é referência no trabalho musical com percussão corporal, ou seja, na produção de música orgânica utilizando os corpos dos músicos como instrumento (voz, palmas, estalos, batidas de mãos e pés...). Neste ano de 2012, o Barbatuques criou seu primeiro CD e show dedicado ao público infantil: Tum Pá. O trabalho já circulou pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Tum Pá traz sons cotidianos (da natureza, da cidade, do mundo) em uma grande viagem musical através dos corpos dos músicos e do público.

A Arca de Noé interpretadas e rearranjadas pelo irreverente cantor, compositor, multi-instrumentista Andre Abujamra e convidados como Kiko Dinucci, Melina Mulazani, Theo Werneck, metais e vocal da banda Móveis Coloniais de Acajú.
A Arca de Noé é um clássico infantil de Vinícius de Moraes criado na década de 1980. O álbum fez parte da infância de grande parte dos pais de hoje e ainda “faz a cabeça” da criançada. A proposta aqui é levar ao público de Pequenos Contemporâneos as músicas de

Tulipa Ruiz é cantora, compositora e ilustradora da nova safra artistica brasilira. Gravou seu primeiro disco ”Efemêra”, em 2010, o album foi recebido com grande entusiasmo pela mídia e público – eleito o melhor do ano pelo jornal Folha de São Paulo, Revista Rolling Stone e Prêmio MultiShow. Em julho de 2012, lançou “Tudo Tanto” o album que listado como melhor do ano nas maiores listas de melhores discos do pais.
O disco escolhido pela cantora para a participação no projeto Pequenos Contemporâneos foi ''Quero Passear'' do grupo Rumo, grupo musical brasileiro surgido em 1974 e dissolvido em 1991. O Rumo foi constituído em 1974 por um grupo de alunos da Escola de Comunicação e Artes da USP liderados por Luiz Tatit e com nomes com Ná Ozzetti, Paulo Tatit, Ciça Tuccori, Gal Oppido, Fábio Tagliaferri, na sua trajetoria. Em ''Quero Passear'' o grupo canta canções para crianças. Com destaque para a primeira faixa, 'canção do carro', que é uma adaptação de 'car song' do Woodie Guthrie, e para a nona faixa 'noite no castelo' que ganhou um Prêmio Sharp de melhor música infantil.

Já o musical Saltimbancos ganhou projeção a partir da versão brasileira de Chico Buarque e sua montagem no Canecão no final da década de 1970. Nosso intuito é produzir uma versão show do musical com músicas interpretadas e rearranjadas pelo grupo Bixiga 70 e cantores convidados como Anelis Assumpção, Alzira Espindola, Mauricio Pereira e Skowa. A ascensão deste conjunto instrumental paulistano foi meteórica. No final de 2010 o grupo fez sua primeira apresentação, tendo como inspiração máxima a obra do nigeriano Fela Kuti (1938-1997), o afrobeat, no entanto, foi apenas o ponto de partida de um repertório que ganhou temas próprios rapidamente. “Luz Vermelha” e “Tema di Malaika” (ambas do pianista Mauricio Fleury) e “Mancaleone” (do baixista Marcelo Dworecki) estão entre as gemas próprias que fidelizaram uma platéia animada e participativa.


Serviço:

12/01 - Pequeno Cidadão às 16h

13/01 - ‘’Par ou Ímpar’’ - Klayton e Kledir e Grupo Throll às 16h
17 e 18 /01 - ‘’Tum Pá’’ - Barbaturques às 19h
19 e 20/01 - ‘’Arca de Noe’’ com Andre Abujamra e convidados às 16h
24/01 - ‘’Quero Passear’’ com Tulipa Ruiz as 19h
26 e 27/01 - Saltimbancos com Bixiga 70 e convidados - às 16h
O CCBB disponibiliza ônibus gratuito, identificado com a marca do Centro Cultural. O transporte funciona de terça a domingo, saindo do Teatro Nacional a partir das 11h.
Consulte todos os locais e horários de saída no site e no facebook.
CCBB Brasília
Aberto de terça-feira a domingo das 9h às 21h
SCES Trecho 2 – Brasília/DF Tel: 61 3108-7600
e-mail: ccbbdf@bb.com.br site: bb.com.br/cultura
redes sociais: facebook.com/ccbb.brasilia e twitter.com/CCBB_DF

Blog das Editoras Biruta e Gaivota


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