quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Editora Biruta lança o livro Sapo a Passo, de Laurent Cardon





               
A Editora Biruta lança o segundo título da Coleção Que Bicho Sou Eu?. No livro Sapo a Passo, o premiado autor e ilustrador Laurent Cardon se diverte com as curiosidades de um pequeno girino, que assim como a Aranha (Aranha por um Fio, primeiro livro da Coleção), terá que descobrir - ou inventar - uma forma de crescer e interagir com seu grupo.
                A Coleção Que Bicho Sou Eu? é composta por livros de imagens, onde o autor explora, com muita criatividade, as possibilidades de desenvolvimento das funções vitais de diferentes animais. Francês radicado em São Paulo desde 1995, Laurent Cardon, além das ilustrações de livros infantis, trabalha com desenhos animados, comerciais e longas-metragens. 
um lançamento

blog do le - heitor






Heitor foi à sua segunda Bienal do Livro e viu até briga de escritores, mas não fez um post sensacionalista: http://blogdoleheitor.sintaxe.com.br

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Lis no Peito - Um livro que Pede Perdão


Lis no Peito - Um livro que Pede Perdão     

de Jorge Miguel Marinho

    16x23 cm
    120 páginas

O LIVRO
  
      Este livro fala de amor entre jovens, da felicidade de adiar um primeiro beijo tendo a certeza de que ele vai acontecer, de delicadezas e violências que são tão presentes no mundo de quem quer se descobrir.

Há um crime, imperdoável talvez, e o possível criminoso pede para um escritor amigo escrever a sua história porque ele mesmo não consegue entender se é culpado ou não. Precisa de outros olhos para ser condenado ou absolvido, sobretudo para continuar a viver.

É aí que o leitor entra e, mesmo em silêncio, se vê responsável e seduzido para dar o seu veredicto final.

Em síntese, este livro quer trazer o leitor para dentro das suas páginas e provisoriamente com ele dar um fim à sua história num “encontro bom” entre a mão que escreve e os olhos de quem lê.

Clarice Lispector também está presente nessa trama e vai crescendo e atirando palavras dos seus livros como uma espécie de pista para que o escritor, os personagens e os leitores entrem com tudo na misteriosa e imperdível aventura de “existir” e julguem o “réu?” com aquela sensibilidade que é puríssima “revelação”. É por essas e por outras que este livro pede “perdão” e ela, a Clarice, parece dizer que toda história é “absolvida” pela simples leitura e este gesto é como alguém que dá a mão a outro alguém vivendo num instante “tudo o que se pode esperar de uma alegria.”

     O AUTOR
         
      Jorge Miguel cursou Letras e mestrado na USP, é professor de Literatura, coordenador de oficinas de criação literária, roteirista e ator. Pela Editora Biruta publicou os livros Uma História, Mais Outra e Mais Outra e Lis no Peito. Este último foi premiado em 2006 pela CBL com o Jabuti de melhor livro juvenil do ano e projeto gráfico, pela FNLIJ com o prêmio Orígenes Lessa de melhor livro juvenil do Ano 2006, e pela Biblioteca de Munique recebeu o Prêmio White Ravens 2006, e o Selo Altamente Recoméndavel da FNLIJ 2006. Publicou também pela Editora Biruta A Visitação do Amor, Na Curva das Emoções e A Maldição do Olhar em 2008.

PRÊMIOS

• Prêmio Jabuti/CBL – melhor livro juvenil do ano 2006, e projeto gráfico 2006.
• Prêmio Orígenes Lessa/ FNLIJ – melhor livro juvenil do ano 2006
• White Ravens – Biblioteca de Munique 2006
• Altamente Recomendável/ FNLIJ - 2006

   
          CONVERSA COM OS PROFESSORES

     

FAIXA ETÁRIA SUGERIDA:

O livro é adequado a adolescentes e jovens.

TEMAS RELATIVOS

• Educação para Valores: amizade/amor; tolerância, não-discriminação, comunicação não-violenta.

• Manejo de conflitos: conflitos que levam à mudança e conflitos que levam à violência.

• Desenvolvimento de Habilidades em Inteligências Intrapessoal e Interpessoal ou Inteligência Emocional (Howard Garner; Daniel Golemen).

• Clarice Lispector, vida e obra.

INTERDISCIPLINARIDADE: Filosofia e Psicologia

1-ATIVIDADES PREPARATÓRIAS

1.1- Esse livro tem tudo a ver com Clarice Lispector (1920-1977), escritora amada pelo autor Jorge Miguel Marinho. Com ele, Jorge lança ao mar uma fina rede de sedução, pescando novos leitores/amantes para a escritora nascida na Ucrânia e naturalizada brasileira. Daí, talvez a primeira aproximação ao Lis no Peito possa ser feita conversando com os alunos sobre Lispector. Mostre uma imagem da artista, e a imagem de uma flor de lis e pergunte: Alguém sabe em que campo da arte essa mulher se distinguiu?(Ou, traduzindo: o que ela era? Atriz, cantora, poeta, atriz, escritora?) O que essa flor tem a ver com a escritora? Alguém já leu alguma coisa dela? Alguém conhece uma ou mais pessoas que gostem de ler Clarice Lispector?

1.2- É bem possível que o nome Clarice Lispector seja desconhecido na turma. Nesse caso, você pode pedir que os jovens se dividam em 3 grupos, para uma pesquisa na biblioteca e/ou na Internet. O primeiro grupo irá descobrir dados da biografia dessa autora; o segundo irá fazer uma relação dos títulos dos livros de Clarice disponíveis na biblioteca da escola ou na biblioteca municipal mais próxima; e o terceiro irá ler as orelhas dos livros ou o índice para descobrir do que tratam os seguintes livros de Clarice: “A Via Crucis do Corpo”; “A paixão segundo GH”, “A Hora da Estrela”; “A descoberta do Mundo” e “A Legião Estrangeira”. Na próxima aula, cada equipe poderá fazer uma apresentação de 5 minutos para o resto da turma sobre seus achados.

1.3- Em seguida, peça aos alunos que leiam “Lis no peito - um livro que pede perdão” com as seguintes perguntas na cabeça: Qual foi o crime de Marco César? Você acha que ele merece perdão?Por quê?

2- ATIVIDADES INDIVIDUAIS E COOPERATIVAS DE LEITURA E EXPRESSÃO ORAL

2.1- Em duplas, peça que os alunos preencham o seguinte quadro:

PERSONAGENS PRINCIPAIS - CARACTERÍSTICAS FÍSICAS - CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS

2.2- Desenhe a mesma tabela acima, bem grande, na lousa ou quadro branco, e, à medida que as duplas forem se apresentando, vá preenchendo os quadros. É possível que alguns não identifiquem o autor como um dos personagens do livro. Discuta, com a classe, “o autor enquanto personagem”.

2.3- Pergunte aos alunos qual a diferença que eles percebem entre conflito e violência. Ouça as respostas. Discuta o fato de que o choque entre diferentes interesses, necessidades e formas de ver o mundo são conflitos que fazem parte da vida e não podem ser eliminados. Quando não se sabe lidar com esses conflitos eles degeneram em violência – contra si mesmo, conta o outro, contra a comunidade.

2.4- Convide-os a formarem grupos de quatro e conversarem sobre os seguintes pontos: Em que as necessidades de Marco e Clarice eram diferentes? O que deflagrou o conflito entre Marco e Clarice? Quais são os atos de violência descritos no livro?

2.5- Faça uma plenária onde todos os grupos possam se manifestar (se questões como o preconceito contra Já, e a incapacidade de perdoar, por parte dos colegas de Marco, não forem mencionadas, é bom levantá-las, distinguindo vários tipos de violência: física, verbal, psicológica).

3- ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Expressão Oral e Drama

3.1- Com os jovens em roda, estimule o debate com perguntas como:

Como a violência se manifesta na nossa comunidade? E na nossa escola?

3.2- Em grupos de quatro: convide os alunos a identificarem quatro formas de evitar e prevenir a violência na escola e quatro formas de fazer a violência parar quando ela ocorre (sem usar violência).

3.3- Desafie a turma a preparar uma dramatização do “Julgamento de Marco César”, com advogado de defesa, promotor, testemunhas, que falam pelas vítimas (o pássaro, os livros, Clarice, Já) e que falam pelo agressor (o escritor, a família de Marco). Quem não pertencer a esse grupo de personagens, será “O Júri”.

3.4- Distribua o texto abaixo aos alunos e peça que escrevam uma redação com o seguinte título: “A melhor forma de mudar o comportamento de alguém é punir ou possibilitar que a pessoa compreenda o que fez e reconheça a dor que causou? Por quê?”

Uma outra Justiça é necessária

(Extraído de “O caminho de S. Caetano”, Dominic Barter, Eduardo Mello, Madza Ednir, CECIP, 2005)

Não é por acaso que o Brasil é responsável por 11% dos homicídios que acontecem no mundo, embora possua apenas 2.8% da população mundial. As taxas mais altas de criminalidade estão concentradas nas periferias das grandes cidades onde sobram pobreza e desemprego e escasseiam serviços de saúde, educação, saneamento básico, lazer e cultura. Ou seja, o Estado, ao negligenciar e desrespeitar os direitos de seus cidadãos, “ensina” os cidadãos a agirem de forma desrespeitosa em relação uns aos outros.

O modo dominante de atuação da Justiça, baseado apenas na idéia de que os indivíduos que violam a lei devem receber um castigo proporcional à gravidade da violação, não tem funcionado. A pena de morte já foi informalmente instituída no país – é só verificar a quantidade de pessoas mortas por policiais, por traficantes, assaltantes ou ainda em brigas de trânsito, no bar e em casa. Isso só indica que a punição mais severa que há - a eliminação física do outro- não contribui para eliminar a violência, apenas a aumenta.

Práticas puramente punitivas (ou retributivas, pois busca-se apenas retribuir o crime com um castigo proporcional a ele), que tendem "a estigmatizar as pessoas rotulando-as indelevelmente de forma negativa" atingem basicamente os 70% de brasileiros mais pobres, em especial os jovens de pele escura- e não trazem o resultado esperado. Da mesma forma, práticas meramente permissivas, buscando "proteger as pessoas das conseqüências de suas ações erradas"- como as em geral adotadas quando a pessoa que causa a ofensa pertence à elite econômica- também não contribuem para superar o quadro atual.

Da Nova Zelândia para o mundo

Do outro lado do mundo, na Nova Zelândia, surgiu um modo diferente de fazer Justiça, baseado nos costumes e nas práticas milenares de resolução de conflitos adotadas pelos maoris, os primeiros habitantes do país. Trata-se de uma Justiça baseada não na punição, não no “olho por olho, dente por dente”, mas na busca de restaurar as relações entre as pessoas, rompidas por situações onde ofensa e dano são causados. A partir desse princípio, em 1989 foi reformulado o sistema de justiça da infância e da juventude do país, com resultados surpreendentes. Os índices de reincidência baixaram. Jovens e adolescentes em conflito com a lei aprenderam novas formas de se colocar na comunidade.

O modelo neozelandês de Justiça Restaurativa rapidamente expandiu-se para outras partes do mundo. Está sendo experimentado na África do Sul, Canadá, Austrália, Reino Unido, Argentina- e agora também no Brasil.

Para Paul McCold e Ted Wachtel, do Instituto Internacional por Práticas Restaurativas (International Institute for Restorative Practices), a Justiça Restaurativa constitui "uma nova maneira de abordar a justiça, que enfoca a reparação dos danos causados às pessoas e relacionamentos”. A "abordagem restaurativa, dizem os autores, com alto controle e alto apoio, confronta e desaprova as transgressões enquanto afirmando o valor intrínseco do transgressor". A idéia é considerar e atender às necessidades emocionais e materiais das vítimas e, ao mesmo tempo, fazer com que o infrator assuma responsabilidade por seus atos, mediante compromissos concretos.

Princípios Básicos de Justiça Restaurativa: Declaração das Nações Unidas

O interesse em se disseminar essa nova forma de fazer Justiça, que é também uma forma de educar cidadãos e governantes, contagiou pessoas do mundo todo. Tanto que as Nações Unidas criaram em 2002 um Grupo de Trabalho que, a partir de uma definição consensual de Justiça Restaurativa, (“Justiça Restaurativa é um processo onde todas as partes envolvidas em um ato que causou ofensa, reúnem-se para decidir coletivamente como lidar com as circunstâncias decorrentes desse ato e suas implicações para o futuro”) , traçou 11 princípios básicos para nortear práticas restaurativas. Dentre eles, destacamos os seis primeiros:


Princípios

1- A transgressão é, primordialmente, uma ofensa contra as relações humanas e, em segundo lugar, uma violação da lei- pois as leis são escritas para proteger a segurança e a justiça nas relações humanas.

2- A Justiça Restaurativa reconhece que a transgressão (violação das pessoas e das relações) é errada e não deve ocorrer- e também reconhece que, depois dele, há perigos e oportunidades. O perigo é que a comunidade, a vítima e o agressor emerjam da resposta ao crime mais alienados, feridos, desrespeitados e impotentes, sentindo-se em uma sociedade menos segura e cooperativa. A oportunidade é que a injustiça seja reconhecida, a igualdade restaurada e o futuro iluminado, de modo que as partes envolvidas sintam-se mais seguras, capazes de respeito, empoderadas e cooperativas em relação aos outros e á sociedade.

3- Justiça Restaurativa é um processo de “fazer as coisas o mais certo possível”, que inclui: atender às necessidades criadas pela ofensa, como segurança e reparação dos danos ‘a relação e dos danos à relação e dos danos físicos resultantes da ofensa, e atendendo ás necessidades relativas às causas da ofensa (vícios, falta de habilidades ou recursos sociais, falta de base ética ou moral)

4- A vítima primária da transgressão é aquela mais atingida pela ofensa. As vítimas secundárias são outras que sofreram o impacto do crime, e podem ser membros da família, amigos, policiais, comunidade, etc.

5- Assim que sejam satisfeitas as necessidades imediatas de segurança da vítima, da comunidade e do ofensor, a Justiça Restaurativa encoraja o ofensor a aprender novas formas de atuar e de se colocar na comunidade.

6- A Justiça Restaurativa prefere responder à transgressão o mais cedo possível, com o máximo possível de cooperação voluntária e com o mínimo de coerção, pois curar relações e aprender são processos voluntários e cooperativos.

um lançamento


  

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A Última Carta de David Labs


 

A Última Carta     

de David Labs
    Gustavo Piqueira e Samia
    16x23 cm.
    140 páginas
    2x2
        
           
         
      Luda, apesar de inconformada, parecia já ter seu destino traçado: casaria por conveniência aos interesses familiares, e viveria para sempre em sua cidade natal, cuja população e valores Luda desprezava.

Contudo, a chegada de uma carta anônima alteraria completamente o curso de sua vida e, a partir daí, sua história passaria a conter muitas lacunas, segredos e imprecisões.

O que seria real, o que seria falso?

Através de notícias de jornal, diários, cartas e um tanto de imaginação o narrador de A Última Carta empreende uma busca pela verdadeira história de Luda. Entre as ruas de uma pequena cidade burguesa parada no tempo e os bulevares de Paris do final da Segunda Guerra Mundial, você acompanhará a investigação de todos os mistérios que permearam a vida de Luda – desde o recebimento da primeira carta, até a chegada da última.

   
      O AUTOR   

      David Labs
      É sociólogo, professor universitário e atua como articulista. Nascido em Assis (SP), venceu o prêmio AFALESP de 1997, com o conto O Homem Só e, nas edições seguintes, classificou as obras O Caso dos Filhos de Job e Cotidiano, garantindo o segundo e terceiro lugares nos certames.

Publicou recentemente dois contos em uma coletânea e A Última Carta é seu primeiro romance.

   
      Ilustradores  
      Gustavo Piqueira dirige a Casa Rex (www.casarex.com http://www.casarex.com//), casa de design com bases e São Paulo e Londres e é o designer com mais trabalhos selecionados na história da Bienal ADG de Design Gráfico (48) além de ter recebido dois prêmios Jabuti e diversos prêmios internacionais de design.

Gustavo também já publicou 10 livros entre eles os fictícios como "Marlon Brando - Vida e Obra" (Martins Fontes, 2008) e "Manual do Paulistano Moderno e Descolado" (Martins Fontes, 2007), e os infanto-juvenis "A Vida sem Graça de Charllynho Peruca" (Biruta, 2009) e "Eu e os Outros Pioneiros da Aviação" (Escala Educacional, 2007), ambos selecionados para o PNBE 2010.

Entre 2000 e 2004 foi diretor da Associação dos Designers Gráficos do Brasil e entre 2000 e 2005 deu aulas na Faculdade Senac. Também desenha alfabetos e ilustra livros infantis.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Meu Pai Não Mora Mais Aqui


Meu Pai Não Mora Mais Aqui  

    de Caio Riter

    com Gustavo Piqueira e Samia

    16x23 cm
    200 páginas
    2x2
   
         
      "E eu? Alguém pensa em mim, Diário. Me diga. Pensa?"

Meu pai não mora mais aqui, de Caio Riter, é um livro que conversa o tempo todo com o leitor e confessa os desejos, os dramas, as inquietações e os segredos mais íntimos de uma garota e de um garoto: Letícia e Tadeu.

Os dois jovens estão escrevendo um diário a pedido da professora de Língua Portuguesa e o que de início era uma tarefa nada simpática acaba se tomando uma experiência de descobertas em que os personagens perguntam por que a gente está sempre amando a pessoa errada, por que as pessoas morrem e até mesmo qual é o sentido de existir.

De um jeito bastante espontâneo e bem humorado, emotivo e sem censura, Letícia e Tadeu contam os seus amores escondidos, os afetos e desafetos pelo mundo adulto, as curtições e as carências, a separação entre pessoas queridas e a amizade, até mesmo o próprio sentido da morte e da solidão.
OS AUTORES         
      Caio Riter nasceu em Porto Alegre, onde mora até hoje. É professor mestre e doutor em Literatura Brasileira. Autor de vários livros, com os quais recebeu algumas distinções literárias, como os prêmios Açorianos, Barco a Vapor, Orígenes Lessa e Selo Altamente Recomendável entre outros.

Formado em Jornalismo e em Letras ministra aulas no ensino fundamental e médio, desde 1987, atuando também como professor universitário em cursos de graduação e de pós-graduação.

Participa como palestrante em cursos de capacitação de professores em várias cidades do Rio Grande do Sul, momento bastante rico de troca e aprendizagem. Todavia, com certeza, ser professor, estar em contato diário com adolescentes, sempre foi e será a melhor escola. Publicou pela Editora Biruta os titulos, Meu Pai não Mora Mais Aqui, As Luas de Vindor e Pedro Noite
      Gustavo Piqueira dirige a Casa Rex (www.casarex.com http://www.casarex.com//), casa de design com bases e São Paulo e Londres e é o designer com mais trabalhos selecionados na história da Bienal ADG de Design Gráfico (48) além de ter recebido dois prêmios Jabuti e diversos prêmios internacionais de design.

Gustavo também já publicou 10 livros entre eles os fictícios como "Marlon Brando - Vida e Obra" (Martins Fontes, 2008) e "Manual do Paulistano Moderno e Descolado" (Martins Fontes, 2007), e os infanto-juvenis "A Vida sem Graça de Charllynho Peruca" (Biruta, 2009) e "Eu e os Outros Pioneiros da Aviação" (Escala Educacional, 2007), ambos selecionados para o PNBE 2010.

Entre 2000 e 2004 foi diretor da Associação dos Designers Gráficos do Brasil e entre 2000 e 2005 deu aulas na Faculdade Senac. Também desenha alfabetos e ilustra livros infantis.









 
 

























terça-feira, 14 de agosto de 2012

Eu e o Silêncio Do Meu Pai de Caio Rite



 

Eu e o Silêncio Do Meu Pai          

de Caio Riter

   com Gustavo Piqueira e Samia
    16x23 cm.
    100 páginas

Transformar-se em gente não é tarefa fácil. O Menino muito sofreu, muito chorou. Olhava o Pai e não entendia por que seu pai não era como os outros tantos pais: homens de palavras, homens de carinhos, homens de festa.

Não. Seu Pai era silencioso, triste. Seu olhar era distante,seu passo era trôpego, seu carinho era vago. Assim, o Menino teria que aprender a amar esse Pai. Teria que aprender a conversar com esse Pai.

   
      O AUTOR
      Caio Riter nasceu em Porto Alegre, onde mora até hoje. É professor mestre e doutor em Literatura Brasileira. Autor de vários livros, com os quais recebeu algumas distinções literárias, como os prêmios Açorianos, Barco a Vapor, Orígenes Lessa e Selo Altamente Recomendável entre outros.

Formado em Jornalismo e em Letras ministra aulas no ensino fundamental e médio, desde 1987, atuando também como professor universitário em cursos de graduação e de pós-graduação.

Participa como palestrante em cursos de capacitação de professores em várias cidades do Rio Grande do Sul, momento bastante rico de troca e aprendizagem. Todavia, com certeza, ser professor, estar em contato diário com adolescentes, sempre foi e será a melhor escola. Publicou pela Editora Biruta os titulos, Meu Pai não Mora Mais Aqui, As Luas de Vindor e Pedro Noite.


 


      OS ILUSTRADORES  
      Gustavo Piqueira dirige a Casa Rex (www.casarex.com http://www.casarex.com//), casa de design com bases e São Paulo e Londres e é o designer com mais trabalhos selecionados na história da Bienal ADG de Design Gráfico (48) além de ter recebido dois prêmios Jabuti e diversos prêmios internacionais de design.

Gustavo também já publicou 10 livros entre eles os fictícios como "Marlon Brando - Vida e Obra" (Martins Fontes, 2008) e "Manual do Paulistano Moderno e Descolado" (Martins Fontes, 2007), e os infanto-juvenis "A Vida sem Graça de Charllynho Peruca" (Biruta, 2009) e "Eu e os Outros Pioneiros da Aviação" (Escala Educacional, 2007), ambos selecionados para o PNBE 2010.

Entre 2000 e 2004 foi diretor da Associação dos Designers Gráficos do Brasil e entre 2000 e 2005 deu aulas na Faculdade Senac. Também desenha alfabetos e ilustra livros infantis.




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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Caçadores de sombras Título Original: Shadow runners de Daniel Blythe



Caçadores de sombras

Título Original:     Shadow runners

de    Daniel Blythe

Tradutor:     Cláudia Mello Belhassof



Páginas:     252
Formato:     16 x 23 cm








Criada por Daniel Blythe, Caçadores de sombras é a esperada aventura de suspense e de paranormalidade que chega ao país após agradar milhares de jovens ao ser lançado na Grã-Bretanha. O autor ficou famoso por ser roteirista da famosa série de televisão Doctor Who.

Quando a menina de treze anos Miranda Kay muda-se para uma pequena cidade, rapidamente se convence que está sendo seguida. O estranho é que ela tem a sensação de que seu perseguidor não é humano... Será que está enlouquecendo? Para enfrentar esse mal e resolver este mistério, a protagonista terá a ajuda de mais quatro jovens – Josh, Cal, Ollie e Lyssa.

O quarteto sabe que precisa de Miranda. E ela, por sua vez, tem a estranha sensação de que Cal e seus amigos têm as respostas para as muitas dúvidas que tiram seu sono. Liderados pela srta. Bellini, os quatro formam uma espécie de equipe de investigação de eventos paranormais, que vão muito além de fantasmas e fenômenos da natureza aparentemente inexplicáveis.

No ótimo Caçadores de sombras, o autor apresenta um suspense em que o mal só será vencido no momento em que corajosas crianças superarem suas diferenças e se unirem com o mesmo objetivo: derrotar a Forma.

A CRITICA
"Um escritor inteligente, observador e cheio de energia, com um ágil domínio da escrita." - The Times

O AUTOR
Daniel Blythe nasceu em Maidstone, na Inglaterra, em 1969, e estudou Línguas Modernas na St. John's College, em Oxford. Trabalhou durante alguns anos como radialista na imprensa local, e suas primeiras produções como escritor foram roteiros para muitos capítulos da famosa série de televisão Doctor Who. Baseado nela, publicou Anonymous em 2009. Daniel escreveu mais de quinze livros para os públicos jovem e adulto e Caçadores de Sombras é a estreia dele no Brasil.


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