quarta-feira, 28 de setembro de 2011

evento - Palavra Cantada em Show Gratuito



Palavra Cantada em Show Gratuito e ao ar livre no Dia das Crianças “BRINCADEIRAS MUSICAIS” na Platéia Externa do Auditório Ibirapuera, 11h



Show virou filme em 3D

e estreia nos cinemas no dia 30 de setembro





A Palavra Cantada irá se apresentar com seu novo show no Parque Ibirapuera no Dia das Crianças, às 11h. O show será gratuito e ao ar livre, ocupando a Platéia externa do Auditório Ibirapuera.



BRINCADEIRAS MUSICAIS é uma brincadeira de criança com cenário, figurino, roteiro e arranjos musicais de gente grande e incentiva a plateia a participar ativamente. Na seleção musical entraram grandes sucessos da dupla, como “Sopa” e “Criança Não Trabalha” e várias canções inéditas, entre elas “Tá Combinado” e “O Caramujo e a Saúva”, compostas especialmente para o trabalho.



Esse novo projeto começou em setembro de 2009, quando Paulo Tatit e Sandra Peres produziram, em parceria com a Editora Melhoramentos, uma coleção de mesmo nome com cinco livros, acompanhados de CD e DVD contendo 80 brincadeiras musicais. O produto foi pensado principalmente para as escolas, mas inspirou a dupla a produzir um novo show, que prioriza a proximidade com as crianças, pais e educadores.



Np palco, além de Paulo e Sandra, estarão os músicos que integram sua banda há 5 anos: Daniel Ayres, Julia Pittier, Marina Pittier e Estevão Marques. Para animar ainda mais, convidaram para esse show o guitarrista e programador Wem, com o mesmo espírito brincante dos outros.



BRINCADEIRAS MUSICAIS é um espetáculo especial dentro da carreira da Palavra Cantada. Um convite às pessoas a penetrarem no universo da música através da experimentação, seja ela corporal, gestual ou com os instrumentos musicais de verdade.



Este espetáculo virou filme, captado com tecnologia 3D, e estreia dia 30 de setembro em várias cidades do país. A exibição é feita exclusivamente na rede Cinemark.



Serviço Data: dia 12 de outubro de 2011, quarta – feira Horário: 11 horas Local: Platéia externa do Auditório Ibirapuera Gratuito Classificação Indicativa: Livre Duração: 40 minutos Auditório Ibirapuera Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portão 2 do Parque do Ibirapuera. Informações: info@iai.org.br Informações: 3629-1014 – Marina/ 3629-1075 - Sarah Site: www.auditorioibirapuera.com.br Acesso a deficientes. Estacionamentos / Transporte: Estacionamento Zona Azul – R$3,00 por duas horas. Dias úteis das 10h00 às 20h00, sábados, domingos e feriados das 8h00 às 18h00. Ônibus: Estação da Luz - Linha 5154 - Terminal Sto Amaro / Metrô Brás - Linha 5630 - Jd. Eliana / Metrô Ana Rosa - Linha 675N - Terminal Sto. Amaro - Linha 677A - Vila Gilda - Linha 775C - Jd. Maria Sampaio / Metrô Vila Mariana - Linha 775 A – Jd. Adalgiza. Sugerimos que utilizem taxi. Brincadeiras Musicais Ficha Técnica: Paulo Tatit: voz e violão Sandra Peres: voz e teclado Daniel Ayres: baixo, percussão e vocal Estevão Marques: percussão e vocal Julia Pittier: percussão e vocal Marina Pittier: percussão e vocal Wem: guitarra e programação Figurino: Isabela Teles e Edson Braga Cenário: Juliana Tonalezzi Iluminação: Marisa Bentivegna Co-direção: Ciça Meirelles *Coreografia de “Dança das Caveiras”: Ciça Meirelles Direção de Produção: Thereza Freitas Assessoria de Comunicação: Érica de Paula

evento - musica -Em outubro, Capela Santa Maria promove concertos especiais para crianças







Uma série de concertos voltada ao público infantil faz parte do programa “Criança na Plateia”, que a Fundação Cultural de Curitiba promove em três finais de semana, no mês de outubro. Os concertos são abertos ao público, sendo que algumas sessões são dirigidas a crianças atendidas por projetos sociais da Prefeitura e que poucas vezes têm acesso a esse tipo de programação. O programa tem início na próxima sexta-feira (30), às 20h, com a Camerata Antiqua de Curitiba, que preparou um repertório didático para a criançada.

A Camerata apresenta o espetáculo “A Máquina do Tempo”, sob a regência da maestrina paulista Beatriz De Luca. Com o objetivo de atrair a atenção das crianças, o espetáculo está envolto num cenário de circo, no qual a maestrina contracena com o ator Ivan Moraes, que faz o papel de um montador de orquestras. O personagem é um inventor de engenhocas, entre elas uma máquina do tempo e um “circo de pulgas”. Das pulgas, os espectadores só escutam as vozes, representadas pelos sons dos instrumentos musicais.

“Com esse espetáculo, as crianças adquirem conhecimentos e o gosto pela música erudita de forma lúdica e de uma maneira mais adequada à idade”, diz a regente, que tem realizado concertos para crianças, com orquestras sinfônicas e formato semelhante, em teatros de São Paulo. A versão de Curitiba foi elaborada levando em conta uma orquestra de câmara, como é o caso da Camerata.

Para o espetáculo foram selecionadas obras de fácil assimilação. “O repertório também tem que ser adequado. Apresentamos músicas que elas certamente já ouviram em algum outro momento”, explica Beatriz. A maestrina cita como exemplo a obra “Carmina Burana”, bastante popular e utilizada com frequência em peças publicitárias. “Não é por acaso que elas são tão conhecidas. É que são absolutamente geniais. A iniciação musical, então, pode se dar com obras como essas, de grande qualidade”, afirma. Outro exemplo é o tema do filme “Piratas do Caribe”, criado por Hans Zimmer, um compositor erudito alemão que compõe música para cinema. Zimmer é mundialmente conhecido pelos temas que criou também para os filmes Rain Man, O Último Samurai, Gladiador, O Código da Vinci, Missão Impossível 2 e Madagascar.

De acordo com Beatriz De Luca, os adultos também se divertem. “Os pais acabam interagindo, assim como as crianças. É um espetáculo para as famílias”, garante. Para a maestrina, o trabalho didático mostra que “ir a um concerto de música erudita pode ser muito legal”.



Brasileirinho – O Brasileirinho também participa do Criança na Plateia, com o show “Brasileirinho no Morro”, às 15h de domingo (2). O coro formado por crianças e adolescentes, sob a direção de Milton Karam e Helena Bel, apresenta obras de compositores como Cartola, Geraldo Pereira, Adoniram Barbosa, Tom e Vinícius de Moraes.

O grupo, que está completando 18 anos, trabalha essencialmente com a canção brasileira, unindo canto e interpretação cênica em espetáculos diversificados e enredos criativos. “Brasileirinho no Morro” é mais uma das criações voltadas a divulgar os ritmos, estilos e gêneros da MPB. As crianças do Brasileirinho já encantaram plateias, em Curitiba e outras cidades brasileiras, com shows memoráveis, entre eles, Álbum de família (1995), A cara do Brasil (2000), Quem não se comunica se trumbica (2004), Passarim (2006), Adonirandi (2007) e Eu sou mais brasileirinho (2008).

Nos dias 8 e 9 de outubro, o programa Criança na Plateia terá como atração a Orquestra Suzuki, formada por pequenos e jovens instrumentistas, alunos de violino, viola e violoncelo. Nos dias 15 e 16, haverá apresentações do coral infanto-juvenil Papo Coral.


Serviço: Programa Criança na Plateia Local: Capela Santa Maria Espaço Cultural – R. Conselheiro Laurindo, 273 - Centro Apresentações abertas ao público: Espetáculo “A máquina do tempo”, com a Camerata Antiqua de Curitiba Sexta-feira (30), às 20h, e sábado (1º), às 18h30 Ingressos: um brinquedo novo ou um livro de literatura infanto-juvenil Apresentações dirigidas às crianças da atendidas pela Fundação de Assistência Social (FAS), pelo programa Comunidade Escola e pelos Núcleos Regionais da Fundação Cultural de Curitiba: Espetáculo “A máquina do tempo”, com a Camerata Antiqua de Curitiba Sábado (1º), às 15h Espetáculo “Brasileirinho no morro”, com o Coral Brasileirinho Domingo (2), às 15h Orquestra Suzuki Dias 8 e 9 de outubro, às 15h Papol Coral – Coral Infanto-juvenil Dias 15 e 16 de outubro, às 15h

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Notícia - Editora Biruta tem três livros indicados ao Prêmio Jabuti



A Editora Biruta emplacou três títulos, em duas categorias, entre os finalistas ao Prêmio Jabuti deste ano.



O Casamento de Monalisa e o Aleijadinho, de Elias José, ilustrado por Taisa Borges, foi indicado na categoria “Ilustração de Livro Infantil e Juvenil”; A Espada Turca, de Luiz Antonio Aguiar, e Histórias Mal-Assombradas de Portugal e Espanha, de Adriano Messias, ilustrado por Alexandre Teles; na categoria “Livro Juvenil”.

Seguem abaixo informações sobre os livros, a ilustradora e os autores, e no anexo as imagens das capas.

O Casamento de Monalisa e o Aleijadinho, de Elias José, ilustrado por Taisa Borges.

Quando os irmãos Daniel e Aninha entraram no carro com os pais e a avó para visitar Congonhas, Ouro Preto, Mariana e outras antigas cidades mineiras, mal sabiam que iriam encontrar um outro Aleijadinho e aprender não só sobre história e arte brasileiras, mas sobre encontros e desencontros, amor, conflitos e negociação. Essa é a história de uma viagem que, como a vida, tem suas surpresas. Uma história que nos ensina como reagir a elas.

32 pp. / 20 X 26 cm /

Taisa Borges tem formação em artes plásticas e estilismo. Ilustrou para a Folha de São Paulo, Vogue, entre outros. É autora do livro de imagem O Rouxinol e o imperador, inspirado no conto de Andersen do mesmo nome, lançado em 2005, obra selecionada para o PNBE 2005 e para o PNLD SP/2006, merecedor do Prêmio de Melhor Livro de Imagens de 2005 pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Em 2006, publicou na mesma coleção João e Maria, inspirado em um conto dos irmãos Grimm, também selecionado para o PNBE 2006 e para o PNLD SP/2007. E pela Biruta ilustrou O florista e a gata.



A Espada Turca, de Luiz Antonio Aguiar

Este livro é uma aventura de mistérios e encantamentos. Romance do gênero Realismo Fantástico começa na antiga Esmirna, atual Turquia, há mais de cinco mil anos. Percorre guerras, história de reinos que se tornaram impérios, para depois serem destruídos. Países e povos que ainda hoje nos parecem existir somente nas lendas. Passa por descobertas arqueológicas, livros secretos e bibliotecas... até chegar ao presente, envolvendo uma garota, tomada de saudades do avô e tentando ainda descobrir seus caminhos na vida.

92 pp. / 16 X 23 /

Luiz Antonio Aguiar é autor de cerca de 90 títulos e ganhou diversos prêmios pelo mundo. O Jabuti em 1994, várias menções do Prêmio Altamente Recomendável da FNLIJ, Inscrito na lista de honra do IBBY (2007), o White Ravens (2008) e a maior biblioteca de literatura infantil e juvenil do mundo – Alemanha. Mestre em Literatura Brasileira pela PUC-RJ, colabora em jornais e ministra oficinas de leitura e criação literária por todo o país. Pela Editora Biruta já publicou Brincos de ouro e sentimentos pingentes e Meu amigo indiozinho.



Histórias Mal-Assombradas de Portugal e Espanha, de Adriano Messias, ilustrado por Alexandre Teles.

Livro da série Contos para não dormir, que conta para o jovem leitor muitas histórias mal-assombradas. Neste livro o personagem André faz uma visita ao sítio de suas três tias tricoteiras, e se envolve na investigação de um misterioso cômodo da casa, em que foi guardada uma máquina antiga de tear. Neste quarto o menino conversa com a “Velha de um Olho Só, a fiandeira de roca”. Paralela a essa história o menino ouve outras mal-assombradas, contadas pelas suas tias, pelo padre da cidade e pela empregada da casa.

192 pp. / 13,5 X 18 cm /

Adriano Messias é jornalista, bacharel em Letras, mestre em Comunicação Social e doutorando em Comunicação e Semiótica. A vontade de ser escritor veio aos doze anos de idade, quando passava horas criando histórias de aventuras, contos de assombração e poesia. Pela Editora Biruta publicou os livros da série Contos Pra não Dormir. O volume Histórias mal-assombradas em Volta do Fogão de Lenha foi selecionado para a Feira de Bolonha em 2005 e PNLD 2006.


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um lançamento

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Quando os livros eram enterrados





Tem post novo no Blog do Le-Heitor.

Heitor fala de um livro que ele leu e que conta a história da Sayuri e dos livros enterrados, e também dá boas notícias da sua luta política: http://blogdoleheitor.sintaxe.com.br

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Evento - “Palavra Cantada 3D – Show Brincadeiras Musicais”estreia dia 30 de setembro



Você está convidado para

“Palavra Cantada 3D – Show Brincadeiras Musicais”







Estreia – 30 de setembro de 2011







Sinopse curta: “Palavra Cantada 3D – Show Brincadeiras Musicais” - Primeiro show infantil filmado em 3D no Brasil. Sandra Peres, Paulo Tatit e os músicos da Palavra Cantada exploram suas músicas e brincadeiras de forma inédita no Brasil. Eles lançam em cinema 3D um show interativo com 19 músicas da dupla , entre elas, algumas das mais queridas do público, como “Sopa”, “Fome Come”, “Duelo de Mágicos” e “Ciranda”, e algumas inéditas, como “O Caramujo e a Saúva”, “Vem Dançar com a Gente” e “Bolinha de Sabão”.Com direção de Marcelo Siqueira e Carlos Garcia, o filme estreia dia 30 de setembro com exclusividade nas salas da Rede Cinemark em todo o país.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

evento - CCBNB se associa à programação da II Feira do Livro Infantil


CCBNB se associa à programação da II Feira do Livro Infantil, realizando duas oficinas e um workshop



O Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - Centro - fone: (85) 3464.3108) se associa à programação da II Feira do Livro Infantil de Fortaleza, realizando duas oficinas e um workshop em suas dependências.

As duas oficinas são: "Mentiras que contam verdades", com Rosana Mont'Alverne (contadora de histórias mineira, mestre em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais e fundadora do Instituto Cultural Aletria), na próxima quinta-feira, 15, de 14h às 17h; e "Tecendo contos: o contar histórias e a literatura na sala de aula", com Giba Pedroza (contador de histórias e pesquisador de literatura infantil e tradição oral, há 20 anos vem realizando apresentações e oficinas para educadores e crianças, além de intervenções e projetos sociais para empresas e ONGs), na sexta-feira, 16, de 14h às 17h. Por sua vez, Jiddu Saldanha (mímico teatral, além de ator, diretor, poeta e contador de histórias) ministrará a oficina "Contação de histórias", no sábado, 17, de 14h às 17h.

Veja a seguir as sinopses das duas oficinas e do workshop:



Oficina "Mentiras que contam verdades"

Instrutora: Rosana Mont'Alverne

Dia 15, quinta-feira, de 14h às 17h

Os contos são os melhores guias na busca da verdade, pois são portadores de uma sabedoria ancestral, transmitida oralmente de geração a geração e de uma cultura à outra. Mas a verdade surge mascarada e com toda a aparência de ilusão e mentira. Nessa oficina, os participantes terão contato com histórias que discutem essa temática, com exercícios e reflexões sobre com encontrar a verdade nos contos tradicionais.



Oficina "Tecendo contos: o contar histórias e a literatura na sala de aula"

Instrutor: Giba Pedroza

Dia 16, sexta-feira, de 14h às 17h

A proposta desta vivência é capacitar os participantes para que possam desenvolver atividades lúdicas, tendo o contar histórias e a literatura infantil, os mitos e lendas como instrumentos de trabalho, além de buscar uma reflexão sobre a importância da memória afetiva e do imaginário infantil como ferramentas do aprendizado.



Workshop "Contação de histórias"

Dia 17, sábado, de 14h às 17h

O trabalho envolve reflexões e abordagens que demandam estudo, observação e dedicação. São esses elementos que vão dar ao aluno a segurança para que ele possa seguir adiante com sua linguagem, através da avaliação de repertório, exercícios de observação gestual, treinamento gestual, expressão facial, expressão corporal, roda cultural, roda corporal, pesquisa de repertório pessoal e universal.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Lançamento - A mocinha do Mercado Central - Stella Maris Rezende




A mocinha do Mercado Central
Stella Maris Rezende


Páginas: 112


Maria Campos. Este era o nome completo da mocinha do interior de Minas Gerais. Pouco, pensava ela. Principalmente se comparado ao da amiga Valentina Vitória Mendes Teixeira Couto. Faltava-lhe o sobrenome do pai, já que fora concebida em uma circunstância trágica. Mas o que pode representar de fato um nome? Valentina, a quem Maria no princípio achara meio enxerida, e que acabou por se tornar uma grande amiga, sabia de cor o significado de todos eles. Da situação adversa, Maria tirou a ideia que a colocaria em uma sequência de aventuras: adotaria em cada lugar por onde passasse uma personalidade que correspondesse ao sentido do nome escolhido.


Este é o enredo do livro de Stella Maris Rezende, com ilustrações de Laurent Cardon e uma participação especial do ator Selton Mello, que não apenas faz a apresentação, como também aparece na história como referência afetiva para a personagem principal. A mocinha do Mercado Central tem a peculiaridade de se situar entre o romance, que narra o desenvolvimento de um protagonista, e uma sequência de contos que se desenrolam em diferentes cidades por onde ela passa. A obra fala da vida em uma fase de transformações, cheia de descobertas e desafios. Fala, em síntese, do desejo de liberdade que só é alcançado com a coragem de se reinventar a cada nova relação.

Mesmo estando em São Paulo, no Rio de Janeiro ou em Brasília, Maria nunca perde o jeito mineiro. E a narrativa de Stella Maris, cheia de lirismo e imaginação, mantém uma descrição vívida e realista das personagens e lugares, e garante a autora na tradição dos grandes prosadores das Gerais.

A AUTORA POR ELA MESMA

Nasci ali juntinho da Serra da Saudade
Minas Gerais, Dores do Indaiá
Meu nome, Stella Maris
Eu sou estrela-do-mar

Mestra em Literatura Brasileira pela Universidade de Brasília, sou professora, cantora, atriz, artista plástica, dramaturga, mas o que eu mais sou mesmo é escritora, uma contadeira de histórias fascinada pelas palavras e pelas entrelinhas.

Sou uma artista que lida com a magia da linguagem, as imagens, a imaginação, as metáforas, as ambiguidades, a mentira, a verdade, os mistérios, as delicadas e as terríveis perguntas da condição humana.

Tenho várias dezenas de livros publicados, entre romances, novelas, crônicas, contos, poemas e uma peça teatral, para o público adulto e o infanto-juvenil.

Tive a alegria de receber prêmios importantes: Prêmio Nacional de Literatura João-de-Barro (1986, 2001 e 2008), Prêmio Bienal Nestlé/categoria infanto-juvenil (1988), Altamente Recomendável para Jovens/FNLIJ para vários livros, Redescoberta da Literatura Brasileira/Revista Cult/categoria conto (2002), Menções Honrosas da Câmara Brasileira do Livro (1987 e 1988), Prêmio Fundação Biblioteca Nacional/ Bolsa para Autores com Obra em Fase de Conclusão (2007), Prêmio Literatura Para Todos/categoria conto/MEC/2008 e 3 indicações ao Jabuti. Meus livros são recomendados em revistas e catálogos de países latino-americanos e europeus. O livro mais premiado, Último dia de brincar (1987), está entre os melhores livros de Literatura Infantil do Século XX, Programa Nacional Biblioteca na Escola/FNDE/MEC. Em 2010 fui a ganhadora do Prêmio Barco a Vapor/Fundação SM.

No final dos anos 1970 e no início dos 80, interpretei a Fada Estrelazul do programa Carrossel, TV Manchete/Brasília, e a Tia Stella do programa Recreio, TV Record/Brasília.

Vivi parte da infância em Belo Horizonte.

Em 1962 me mudei para Brasília; fui pioneira na cidade do céu fulgurante.

Desde 2007 eu moro no Rio de Janeiro.

Com a oficina Letras Mágicas viajo pelo Brasil e por outros países de língua portuguesa, a convite de escolas, universidades, bibliotecas, centros culturais, congressos e feiras do livro. É muito bom ver crianças, jovens e adultos encantados com as Letras Mágicas que moram dentro deles.

Quem quer escrever, escreve.
Principalmente, se terminou de ler um livro maravilhoso.
Um livro maravilhoso escreve outros livros dentro da gente.
É preciso saber ler esses livros dentro da gente.

Eu disse que sou escritora.

Mas para que isso seja intenso e verdadeiro, sou leitora, a todo instante, de modo apaixonado, com angústia e com alegria, sou leitora, cada vez mais.


SAIBA MAIS EM
http://www.stellamarisrezende.com.br/index.php

visite
http://globolivros.globo.com/infantis.asp



Matéria sobre o dia do escritor realizada no dia 24/07/1998 com a escritora Stella Maris Rezende

UM LANÇAMENTO





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evento - musica - Música com Bebés & Papás



Música com Bebés & Papás

Com Indalécio Paiva
17 de Setembro de 2011

Bebés dos 2 meses aos 2 anos

Inscrições: 10 euros (bebé e acompanhante)

Sessão 1 – 10h às 10h45

Sessão 2 – 11h às 11h45

Fazer música com bebés & papás é antes de mais uma sessão de partilha e sociabilização.

Os bebés e respectivos acompanhantes são expostos a um ambiente musical rico, de qualidade, variado em timbres e estilos musicais, com vista à aquisição de um vocabulário e repertório musical.

A música e as histórias sonoras contadas transportam-nos para um mundo de fantasia, proporcionando momentos inesquecíveis. Através da observação, da imitação e da experimentação ao longo da sessão os bebés desenvolvem principalmente a percepção sensorial, a linguagem gestual, a coordenação motora e posteriormente e consequentemente, a construção de conceitos de propriedades do som como forte e fraco, rápido e lento, timbres, noção de pulsação, grave e agudo.


Expressão Musical

Crianças dos 3 aos 6 anos
Sábados

Turma I: 10h30 - 11h15

Turma II: 11h30 - 12h15

Início das Aulas: 8 Outubro 2011

Mensalidade: 20 euros

Email: clubeliterario@fla.pt


Atelier Instrumental I
Mensalidade: 50 euros
Iniciação Musical
Sábado, 13h45 - 14h30 (crianças dos 5 aos 10 anos)
Sábado, 13h45 - 14h45 (crianças/adolescentes dos 10aos 15 anos)
Instrumento: Guitarra, Violino ou Piano
Horário a marcar de acordo com a disponibilidade do aluno
Música em Conjunto: Coro Infanto-Juvenil
Sábado, 14h45 - 15h45

Atelier Instrumental II
Mensalidade: 35 euros
Iniciação Musical
Sábado, 13h45 - 14h30 (crianças dos 5 aos 10 anos)
Sábado, 13h45 - 14h45 (crianças/adolescentes dos 10aos 15 anos)
Instrumento: Guitarra, Violino ou Piano
Horário a marcar de acordo com a disponibilidade do aluno

Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: logotipo_CLP.jpg



Clube Literário do Porto

Rua Nova da Alfândega, nº 22

4050-430 Porto

Tel. 222 089 228

Fax. 222 089 230

Email: clubeliterario@fla.pt

URL: www.clubeliterariodoporto.co.pt

BLOGUE: http://clubeliterariodoportofla.wordpress.com/

Tem post novo no Blog do Le-Heitor.



Tem post novo no Blog do Le-Heitor.

Heitor vive momentos de tensão em sua primeira luta política, a luta em defesa da sua biblioteca, e conta tudo no seu blog: http://blogdoleheitor.sintaxe.com.br

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Lançamento - A Ideia Que Se Esquecia



A Ideia Que Se Esquecia



de Jorge Miguel Marinho
e Mateus Rios
20x26 cm.
32 páginas









Você sabe o que acontece com uma ideia que é esquecida por todos? Ela pode desaparecer! E como será que uma ideia se sente quando nota que a cada dia some um pedacinho seu?

O AUTOR
Jorge Miguel Marinho nasceu por acaso no Rio de Janeiro e logo foi morar em São Paulo para sempre, cidade que ele acredita ser sua paisagem interior e onde ele sente viver e escrever mais humanamente. Jorge diz que a Literatura é a expressão mais generosa que existe porque ela “sonha nas palavras o sonho de todos” e, mesmo quando ela fala da dor mais aguda de existir, nunca deixa de ser uma promessa de felicidade.

Ele fez Letras e mestrado na Universidade de São Paulo, é professor de Literatura, coordenador de oficinas de criação literária, roteirista, ator e locutor. Roteirizou o vídeo Mário, um homem desinfeliz em comemoração ao centenário de nascimento de Mário de Andrade e protagonizou também o poeta no filme. Escreveu peças e adaptações para teatro.

Tem vários livros publicados, entre eles: A visitação do amor, prêmio FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil) de Melhor Livro para Jovens, Na curva das emoções, prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), Te dou a lua amanhã, prêmio Jabuti e Lis no peito: um livro que pede perdão, prêmio Jabuti, prêmio Orígenes Lessa da FNLIJ de melhor livro juvenil, White Ravens (Biblioteca de Munique) e altamente recomendável da FNLIJ.

Tem contos publicados nos Estados Unidos e na França. Publicou também O cavaleiro da tristíssima figura, uma paródia sobre os heróis das histórias em quadrinhos e romances policiais, e recebeu o Troféu HQ MIX de 1996. Gosta de ler, cultivar os amigos, fazer bobagens – muitas –, viver e revelar o sentido da vida nas coisas mais banais.

E escrever histórias possíveis e impossíveis.


O ILUSTRADOR Mateus Rios nasceu no Rio de Janeiro e morou em um bocado de cidades pelo país inteiro antes de parar em São Paulo, onde trabalha com ilustração de livros e em projetos de cinema de animação.

Estudou cinema na faculdade e logo depois começou a ilustrar, logo no primeiro veio uma indicação para o Prêmio Jabuti, depois disso não parou mais: vieram vários outros livros, outra indicação, participações em catálogos e exposições.

Para ilustrar a história da ideia que se esquecia, teve que procurar a danada da ideia por vários cantos do ateliê: no meio das folhas de papel, dentro dos tubos de tinta, embaixo da caixa dos pincéis. Quando finalmente encontrou ficou tudo mais fácil porque a ideia era... ela era... qual era mesmo?

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um lançamento